Séries que vi nas férias!

Bem, neste mês de férias eu me prometi que, além da leitura, eu também colocaria as séries que gosto de assistir em dia. Não sou uma seriadora, mas nos últimos anos tenho, cada vez mais, gostado de ver séries. Tudo foi ativado com Glee ( que não, eu não acabei e nunca vou ver, porque pra mim a quinta e a sexta temporadas são remendos sem graça do que um dia a produção foi </3). Enfim, eu passei a ver outra coisas e aí agora até que tenho acompanhado mais. Vamos ao que assisti neste mês:

Hart of Dixie: 

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Ainda faltavam cerca de 4 capítulos para eu terminar de ver a série simplesmente deliciosa protagonizada pela doutora mais maluquinha da Tv, Zoe Hart ( Rachel Bilson). Apesar de ter fãs fiéis e de ser uma doçura e divertida, a baixa audiência fez a CW cancelar a série na 4ª temporada, que ao invés dos 22 eps. que marcaram suas temporada anteriores, desta vez teve apenas 10, porém muito mais redondinhos e trazendo ótimo enredo. Aproveitando que Rachel ficou grávida na vida real, a história girou em torno da gravidez de Zoe, que finalmente acabou casando com Wade ( o pai do bebê, né? rsrs). Todos terminaram felizes, e eu vou sentir muita saudade da minha série-doçura #ChateadérrimaAtéAgora

Um dos meus ships eternos, Zade ❤

Orphan Black:

orphan black

A terceira temporada, na minha opinião, chegou com os dois pés na porta: mas frenética, mais letal e mais legal que a segunda temporada, foi até um acerto ter deixado para ver os 10 episódios todos em sequência nas férias. Dessa vez, vimos os desdobramentos do que Sarah descobriu no final da temporada anterior, que foi o projeto Castor ( em que ela e nós também soubemos que não clonaram apenas mulheres, mas homens também). Apesar de o ator escalado para fazer os clones masculinos (Ari Millen) não ter o talento monstruoso, e por que não dizer, fenomenal da diva Tatiana Maslany, eu achei que a história teve um desenvolvimento vertiginoso mas que conseguiu responder a muitas perguntas que tínhamos no último episódio ( como a mãe de Siobhan ser a doadora do material genético para os clones).

Tudo bem, dessa vez senti falta de ver as clones interagindo mais; enquanto Sarah saía no encalço dos “Castores”, Helena em um momento está sofrendo alucinações com um escorpião e em outro, bem… está sendo Helena; Cosima, a nossa nerd cientista preferida, ainda não conseguiu se curar totalmente e ainda arranjou mais uma namorada bela e misteriosa ( porque Delphine se tornou a chefe da Dyad no lugar de Rachel, que literalmente pode dizer que Sarah é uma fura-olho) e Alison, a dona de casa impecável que é mais perigosa e astuta que muito malandro por aí, começou o inofensivo comércio de drogas no subúrbio, apoiada por Donnie.

     

A pena que deu nessa temporada foi a morte de Paul, que além de salvar Sarah ( e dizer que a amou de verdade), vimos que tudo o que estava fazendo era simplesmente defender as boas intenções, pelo menos as que ele achava que existiam, do Projeto Castor.

Sarah (TATIANA MASLANY) and Paul (DYLAN BRUCE)
Sarah (TATIANA MASLANY) and Paul (DYLAN BRUCE)

#Destaques: todo mundo arrancou uma casquinha e descontou a raiva em Rachel na sua versão gaga e de tapa-olho; e a nova clone, naquele estilo “periguete manicure simpática” que do tipo que vive aparecendo nas novelas brasileiras, a Crystal.

Sense8:

Sense8

Todo mundo estava comentando sobre esta série original do Netflix criada por Andy e Lana Wachowski e por J. Michael Straczynski. Depois de uma das minhas melhores amigas me propor uma tarde de maratona para vê-la, não teve jeito, eu embarquei e já devorei todos os episódios. Basicamente, todo mundo assistiu à série ( a não ser que você viva em Plutão, e, além de não morar na mancha em forma de coração que o planeta tem, também não viu nada sobre a série) rsrs.

Acompanhamos a histórias de oito pessoas que vivem em lugares distintos do planeta, são totalmente diferentes entre si, mas que descobrem que são conectadas umas às outras, de forma que podem interagir e interceder na dinâmica de vida de cada um desse grupo. Enquanto estão tateando que ligação é essa, quem está interessado em interceptá-los e lhes fazer mal, eles também têm questões pessoais que precisam resolver, como a moça indiana que sente pressionada a casar ou o jovem africano que precisa de remédios para a mãe com AIDS e se vê numa linha muito tênue entre o certo e o errado ( mas quem não ama o Capheus com aquele sorrisão e sua Van Damn, né?). Eu já vi opiniões um pouco divergentes quanto à série; muitos amam, mas outros já apontaram a série como esteticamente perfeita, mas de roteiro mal amarrado; porém, ninguém ficou imune à nova sensação do Netflix!

Will, meu personagem preferido… preciso dizer por quê? HUAHUAHUA

E um dos momentos mais legais da temporada:

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4 comentários sobre “Séries que vi nas férias!

  1. Oi Karla,
    Eu dei uma pausa nas séries que assisto por que estou aproveitando uma fase bem produtiva de leituras.
    Mas dessas que você citou eu só comecei a assistir Sense8, preciso continuar. Gostei muito do que já vi.
    Beijos 😘

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  2. Oi, Karla! *-*

    Bem, eu parei totalmente de assistir seriados </3 Não tenho ânimo, sei lá.
    Dessas três que você viu, Orphan Black é a que mais me chama atenção, já vi muita gente falar super bem.
    Meu sonho é tem Netflix em casa hahaha. Daí, quem sabe, eu volte a ser seriadora doida haha. A gente tem o Claro Clube, mas tem poucas séries e algumas só tem a primeira temporada #chateada

    Love, Nina.
    http://ninaeuma.blogspot.com/

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